Por vezes sento-me!...
(e que tem isso de estranho!?)
Sento-me, e o pensamento voa,
O semblante torna-se pesado, tacanho.
E é nesses momentos,
Doces no corpo, amargos na alma,
Que de mim se apodera o medo
E se vai a amargurada calma.
E nesses espaços de grandeza contida,
Sinto-me um minúsculo grão de pó,
Ficando ainda mais perdida.
Desesperada, pelos gritos nunca dados,
Embora lutando entre a alma e a voz,
Fica a raiva contida numa casca de noz.
P.S: Escrevi isto em 2008 e agora achei que devia partilhar... em especial para ti, para que saibas que não és o único e que o que não nos mata torna-nos mais fortes!
Este é o meu Mundo... Um mundo de uma pequenina, mas onde os grandes também podem entrar!
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quarta-feira, 26 de maio de 2010
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Quando te imagino...
Quando fecho os olhos
E me ponho a imaginar...
São loiros os teus caracóis
E é verde o teu olhar.
Tens na cara um sorriso,
Infantil, feliz, malandro,
De quem deixou uma boneca
E tem uma bola esperando.
Um rosto de rara beleza,
Numa estatura pequenina
Povoam-me a imaginação.
És tu a minha princesa,
Que sonha ser bailarina
Em nuvens, doces, de algodão.
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