Estão a ver aquele grito que eu devia dar!?... Não dei!
Não consegui ficar de férias, e nem consegui fazer o trabalho que tinha para fazer como queria... Se me sinto frustrada?... Não! Sinto-me cansada, ou será que o termo é exausta? Sinto que vou começar mais um projecto e que não consegui fechar a porta a este. Tenho a cabeça a mil à hora, cheia de ideias e de outras coisas que quero ver e fazer, e sinto que não tenho tempo, nem forças, para as colocar em prática. Começo a achar que devia ter pedido nas passas do ano novo um dia com 48 horas em cada semana, podia ser que assim conseguisse fazer o que tenho de fazer, e o que quero fazer, porque com o tempo que tenho estou a fazer tudo, sem fazer nada bem!
Este é o meu Mundo... Um mundo de uma pequenina, mas onde os grandes também podem entrar!
sábado, 19 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Quase, quase...
Pois é já só faltam alguns dias para finalmente poder gritar "FÉRIAS!". Vão ser de apenas uma semana, mas acreditem que vão saber por alguns meses... É que nestas retas finais de semestre, o trabalho é tão intenso que chega a parecer que nem vivemos. Bem resta-me então concluir 2 trabalhos pendentes e lá vou eu gritar em alto e bom som!
domingo, 9 de janeiro de 2011
Coisas...
Eu sou daquelas pessoas que acreditam que por começar um ano a vida não muda, que as coisas só acontecem quando têm de acontecer... Mas verdade seja dita este ano está a revelar-se complicado. O passado parece estar a cair-me em cima, o presente é tão absurdo que nem consigo acreditar no que me acontece, e o futuro, que tentei construir, parece estar a escapar-me como areia por entre os dedos. Tenho dúvidas que já não consigo adiar mais, tento respirar e o ar que chega aos pulmões parece nunca ser suficiente. Quero gritar e a voz não me sai. Não preciso de ninguém a dizer-me o que fazer, nem o que não fazer. Preciso de ser apenas aquilo que quero ser, mesmo sem saber o que isso é... Preciso de um abraço!
P.S: Quando preciso de um xarope, vou à farmácia e compro! OK?
P.S: Quando preciso de um xarope, vou à farmácia e compro! OK?
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Em 2010...
Em 2010 aprendi que nem sempre luto pelas razões certas, mas que sempre que o faço sabe melhor vencer. Aprendi que o silêncio por vezes é precioso e que algumas palavras não fáceis de conter. Que mesmo quando as pessoas não estão presentes continuam a ser importantes. Aprendi que perdoar é uma questão de força interior. Que há feridas que o tempo, e a distância, não conseguem curar. Aprendi que quando acredito em mim acabo por conseguir o que quero. Que o que os outros pensam sobre mim não é assim tão importante. Que o medo pode ser produtivo. Que quando me esforço acabo por ser recompensada. Aprendi que as pessoas nem sempre valorizam quem gosta delas. Que por vezes são simpáticas com quem não merece e cruéis com quem as ama. Aprendi que os meus amigos conseguem viver sem mim, embora não o queiram fazer. Que gostamos de ficar a conversar, mesmo quando não temos nada a dizer. Que os jantares cá em casa acabam sempre de forma imprevisível. Aprendi que preciso de cantar para me sentir viva. Que a praia é mais interessante na Primavera. Que consigo sobreviver à indiferença. Que algumas músicas ficam para sempre.
Em 2010 aprendi que gosto de brincar com luzes. Que por vezes as pessoas vêem em nós apenas o que querem ver. Que penso sempre melhor no silêncio. Aprendi que o mesmo momento não é igual para duas pessoas. Que liberdade é uma palavra com contornos difíceis. Que as oportunidades não esperam infinitamente. Aprendi que a solidão é boa apenas em pequenas doses. Que por vezes é mesmo necessário sair e enfrentar o mundo. Aprendi que nem sempre sou transparente. Que é preciso ultrapassar muitas barreiras para me conhecer. Aprendi que me posso mostrar sensível e que o facto de o fazer me torna vulnerável, mas que isso nem sempre é mau.
Em 2010 aprendi que a Florbela Espanca me fascina quase tanto quanto o Fernando Pessoa. Que faça o Herman José o que fizer continua a ser genial. Que os 3 Doors Down têm letras que dizem tudo. Descobri que a Ana Carolina consegue sempre surpreender-me. Que o principezinho vai ser para sempre o meu livro preferido. Descobri que vale a pena fazer quilómetros para beber uma sangria. Que a maioria das respostas estão nas perguntas. Que consigo sobreviver sem escrever durante algum tempo. Que quando isso acontece fico rabugenta. Descobri que tudo acaba e que isso nem é assim tão mau.
Em 2010 aprendi que 2011 vai ser mais um ando de aprendizagem. Que vou estar preparada para tudo o que vier por aí. Que o que não nos mata torna-nos mais fortes. Por isso mesmo cá te espero 2011…
Em 2010 aprendi que gosto de brincar com luzes. Que por vezes as pessoas vêem em nós apenas o que querem ver. Que penso sempre melhor no silêncio. Aprendi que o mesmo momento não é igual para duas pessoas. Que liberdade é uma palavra com contornos difíceis. Que as oportunidades não esperam infinitamente. Aprendi que a solidão é boa apenas em pequenas doses. Que por vezes é mesmo necessário sair e enfrentar o mundo. Aprendi que nem sempre sou transparente. Que é preciso ultrapassar muitas barreiras para me conhecer. Aprendi que me posso mostrar sensível e que o facto de o fazer me torna vulnerável, mas que isso nem sempre é mau.
Em 2010 aprendi que a Florbela Espanca me fascina quase tanto quanto o Fernando Pessoa. Que faça o Herman José o que fizer continua a ser genial. Que os 3 Doors Down têm letras que dizem tudo. Descobri que a Ana Carolina consegue sempre surpreender-me. Que o principezinho vai ser para sempre o meu livro preferido. Descobri que vale a pena fazer quilómetros para beber uma sangria. Que a maioria das respostas estão nas perguntas. Que consigo sobreviver sem escrever durante algum tempo. Que quando isso acontece fico rabugenta. Descobri que tudo acaba e que isso nem é assim tão mau.
Em 2010 aprendi que 2011 vai ser mais um ando de aprendizagem. Que vou estar preparada para tudo o que vier por aí. Que o que não nos mata torna-nos mais fortes. Por isso mesmo cá te espero 2011…
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Incontinência verbal...
Um dia ainda vou descobrir porque é que falo sempre demais!...
Ando sempre a dizer o que não devo na altura errada, e depois sofro as consequências. Mas quem é que me manda a mim achar que vivo num país livre!?
P.S: Tenho de aprender a estar calada, nova meta a cumprir...
Ando sempre a dizer o que não devo na altura errada, e depois sofro as consequências. Mas quem é que me manda a mim achar que vivo num país livre!?
P.S: Tenho de aprender a estar calada, nova meta a cumprir...
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
A opção restart
Hoje, enquanto estava no banho a tentar desentupir com o vapor, dei por mim a pensar que a minha vida não tem opção restart, e que esse facto se deve a eu ser de uma época em que essa opção ainda não existia.
Corria o ano de 1993, quando os meus pais me ofereceram a primeira consola de jogos. Eu era uma miúda imberbe, as consolas ainda funcionavam com cassetes e não existiam cartões de memória. Assim sendo, no nível 15 de um jogo, se o resultado não nos agradava, não havia hipótese de melhorar a pontuação, era aguentar a coisa, ou então, desgraça das desgraças, começar do nível 1.
A falta de cartão de memória desencadeou, aquilo a que nós chamávamos, as tardes de dar "a volta ao jogo", que não eram mais que tardes inteiras a jogar com o intuito de chegar ao fim, só mesmo para ver como é que aquilo acabava. Estas tardes só eram interrompidas quando uma das mães, já preocupada com o nosso estado, nos ia levar o lanche, o que nos permitia usar o botão "pause" e descansar as pontas dos dedos. Aqueles que primeiro davam "a volta ao jogo" eram considerados quase heróis, e tinham garantida a inveja do resto do grupo de amigos.
Noutra categoria estavam os famosos gameboy, que eram de tamanho de tijolos, e não reproduziam mais que bonecos feitos de quadrados pretos... Para meu azar, em vez de um gameboy, os meus pais acharam mais educativo dar-me uma versão estranha de jogo de tétris. (já alimentavam a esperança de ter uma filha arquitecta ou engenheira civil, coitados!) Verdade seja dita, os gameboys só passaram a estar presentes nas nossas vidas bem mais tarde, já no 12º ano, quando os fomos resgatar para ter algo que fazer nas aulas de geologia. (Era ver uma turma de matulões a ver quem é que chegava mais longe no Super Mário...) Mas estes gameboys que resgatamos, a irmãos e primos mais novos, já eram com cores e formatos completamente novos.
Com isto tudo, e em ponto de conclusão, falta dizer que a primeira vez que vi a opção restart foi quando me ofereceram o primeiro pc. Corri para a loja de jogos cá da terra e comprei o "Moto Racer 2", que era o jogo dos jogos na altura, e lá vim eu para casa viciar-me. Aquele jogo foi das melhores coisas de sempre, é que não só podia recomeçar as corridas, como as taças que ganhava ficavam guardadas na memória do pc. A minha vida como adepta de jogos nunca mais foi a mesma...
Neste momento dava-me jeito que a minha vida também tivesse uma destas evoluções. Já que temos a parte da memória, onde é que raio anda a opção restart?
Corria o ano de 1993, quando os meus pais me ofereceram a primeira consola de jogos. Eu era uma miúda imberbe, as consolas ainda funcionavam com cassetes e não existiam cartões de memória. Assim sendo, no nível 15 de um jogo, se o resultado não nos agradava, não havia hipótese de melhorar a pontuação, era aguentar a coisa, ou então, desgraça das desgraças, começar do nível 1.
A falta de cartão de memória desencadeou, aquilo a que nós chamávamos, as tardes de dar "a volta ao jogo", que não eram mais que tardes inteiras a jogar com o intuito de chegar ao fim, só mesmo para ver como é que aquilo acabava. Estas tardes só eram interrompidas quando uma das mães, já preocupada com o nosso estado, nos ia levar o lanche, o que nos permitia usar o botão "pause" e descansar as pontas dos dedos. Aqueles que primeiro davam "a volta ao jogo" eram considerados quase heróis, e tinham garantida a inveja do resto do grupo de amigos.
Noutra categoria estavam os famosos gameboy, que eram de tamanho de tijolos, e não reproduziam mais que bonecos feitos de quadrados pretos... Para meu azar, em vez de um gameboy, os meus pais acharam mais educativo dar-me uma versão estranha de jogo de tétris. (já alimentavam a esperança de ter uma filha arquitecta ou engenheira civil, coitados!) Verdade seja dita, os gameboys só passaram a estar presentes nas nossas vidas bem mais tarde, já no 12º ano, quando os fomos resgatar para ter algo que fazer nas aulas de geologia. (Era ver uma turma de matulões a ver quem é que chegava mais longe no Super Mário...) Mas estes gameboys que resgatamos, a irmãos e primos mais novos, já eram com cores e formatos completamente novos.
Com isto tudo, e em ponto de conclusão, falta dizer que a primeira vez que vi a opção restart foi quando me ofereceram o primeiro pc. Corri para a loja de jogos cá da terra e comprei o "Moto Racer 2", que era o jogo dos jogos na altura, e lá vim eu para casa viciar-me. Aquele jogo foi das melhores coisas de sempre, é que não só podia recomeçar as corridas, como as taças que ganhava ficavam guardadas na memória do pc. A minha vida como adepta de jogos nunca mais foi a mesma...
Neste momento dava-me jeito que a minha vida também tivesse uma destas evoluções. Já que temos a parte da memória, onde é que raio anda a opção restart?
domingo, 5 de dezembro de 2010
Mariza - Chuva
Se a minha vida tivesse uma banda sonora esta música estaria presente, sem sombra de dúvida! E que voz tem esta senhora... Não consigo cansar-me de a ouvir.
P.S: Mesmo quem não gosta de fado... reconheçam lá que a Mariza tem um vozeirão!
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